terça-feira, 23 de março de 2010

A freira e o taxista

Uma freira faz sinal para um táxi parar.

Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela.
- Por que você me olha assim?
Ele explica:
- Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida...
Ela responde:
- Meu filho,sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo.
Com certeza, não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
- Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira...
A freira:
- Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você:
primeiro, você tem que ser solteiro, belenenses e também católico.
O taxista fica entusiasmado:
- Sim, sou solteiro, do Belém desde criança e até sou católico também!
A freira olha pela janela do táxi e diz:
- Então, páre o carro imediatamente.
O carro pára frente ao estádio do Dragão e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo beijo na boca.
Entretanto, o taxista começa a chorar.
- Meu filho, diz a freira, porque estás a chorar?
- Perdoe-me, Irmã, mas confesso que menti. Sou casado, do FCP e sou protestante.
A freira conforta-o:
- Não faz mal. Eu também vim de um baile de máscaras. Chamo-me Pinto da Costa... e estou atrasado para assistir ao jogo!